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S&A

Samir e Ana Luiza

11.04.2026
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SOBRE NÓS

O mês era fevereiro de 2021. A Ana, navegando pelo Instagram, caiu no perfil do Samir e, nos stories, viu o que? Ele, descendo o rio Itapocu, de caiaque... a noite! Porque, aparentemente, esporte radical é pouco, precisa adicionar uma emoção a mais. Ela achou, no mínimo, excêntrico. E, como mulher sensata, simplesmente não deu 'follow' no rapaz.


Mas aí entrou em cena aquele personagem misterioso chamado 'destino' (junto com uma pontinha de ousadia). O Samir, que não perde tempo, seguiu a Ana e mandou a mensagem mais romântica e sedutora que alguém pode receber em plena pandemia:

— “E aii, já está vacinada? Qual o grau de perigo de interagir com vc? Hahaha”

Sim, meus amigos, começou assim… nada de “oi, linda” ou “como você está?”, mas uma abordagem digna de um homem que viu “Medicina” na biografia e pensou: “Vai que eu pego COVID pelo Wi-Fi.”


E não é que a conversa fluiu? Fluiu tanto que logo marcaram de se encontrar. E foi em um jantar no La Spezia, em Pomerode, que tudo começou. Mesa no canto direito, clima perfeito. A Ana ia sentar ao lado dele, mas o Samir pediu que ela sentasse de frente, “porque a hérnia de disco cervical ia incomodar”. E foi nesse momento que ela, como Médica, viu que o coração já deu um passo a frente.


A partir dali, foi riso atrás de riso, conversa atrás de conversa… e nunca mais se desgrudaram. Em pouco tempo, passaram a se chamar carinhosamente de 'tutsi', mas essa é uma história para outro momento. O Samir acompanhou de perto os últimos três anos de faculdade da Ana, vivendo cada prova, cada plantão e cada noite mal dormida como se fosse ele quem estivesse se formando.


Entre trilhas, viagens, aventuras e momentos em família, eles construíram não só memórias, mas um jeito deles de caminhar: sempre juntos. E hoje, olhando para trás, eles veem que desde aquele primeiro “não vou seguir esse rapaz” até o primeiro “sim” para o primeiro encontro… nunca mais caminharam sozinhos.


Agora, vem aí o capítulo mais bonito dessa história. E, modéstia à parte, com o final mais óbvio e feliz possível: o casamento deles.


Porque, sinceramente… depois de um início desses, como é que a gente ia duvidar que esse amor ia dar certo?